| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 |
| 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 |
| 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 |
| 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
BLOOD, SWEAT AND TEARS
Hoje.
Sparta de Praga x Sparta de Moscou.
40 hooligans russos.
Pau nas arquibancadas.
Sangue nas ruas.
Guerra do futebol.
A violência desconhece fronteiras.
Aqui e na Copa da UEFA.
Aliás, lembrou até um velho conjunto que eu curtia na antiguidade.
O Blood, Sweat and Tears.
Alguém lembra?

criado por Roberto Vieira
20:10:11

VASCONCELOS, JORGE MENDONÇA E PARAGUAIO, 1974
O Náutico viveu uma odisséia em 2007.
Conheceu instantes de desalento, muitos. E instantes de euforia, poucos.
Durante certos momentos o Náutico parecia que iria naufragar.
Pois depois desse ano, torcedor do Náutico não precisa de parecer cardiológico.
Em uma reação histórica, o Timbu resiste na primeira divisão do mais difícil campeonato do mundo.
Com um orçamento infinitamente menor que o dos seus adversários.
Contra tudo e contra todos.
Eu poderia me sentar aqui e ficar curtindo a permanência na Série A. Mas, embora comemorar seja importante, a vida é sempre a próxima esquina.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
O Náutico deve lutar por títulos. O Náutico deve cumprir seu destino de ser imenso.
O Náutico deve ser respeitado por todos.
E para que isso aconteça é preciso uma palavra:
União!
Grêmio e Internacional já foram fregueses de caderno dos paulistas.
A primeira vitória de um clube do Rio Grande em São Paulo só veio no meio da década de 60.
O Cruzeiro era um saco de pancadas até 1965.
O Atlético-PR um furacão esquecido no final dos anos 40.
Uma verdade deve ser dita.
Não existe clube forte sem uma economia forte do estado.
Se houvesse futebol nos ricos anos do açúcar, Pernambuco seria imbatível.
A chegada da refinaria e do estaleiro, a melhoria dos indicadores econômicos nos ajuda.
Mas sempre deve existir união.
Que o exemplo de dois técnicos vencedores nos sirva de inspiração:
Muricy Ramalho e Roberto Fernandes.
Que a lembrança da raça da equipe nos jogos decisivos deste ano nos inspire.
2008 será um ano inesquecível.
Vamos ser campeões pernambucanos, campeões da Copa Brasil e nos classificaremos na Libertadores.
Unidos.
Porque o sonho não acabou.
O sonho está apenas começando!
A foto é gentileza do grande alvirrubro Lucídio Oliveira

criado por Roberto Vieira
12:57:59
Em 1992 a cólera chegou novamente em Pernambuco.
Junto com o Flamengo.
Esvaziando as praias.
Modificando hábitos.
O genial Lailson não se fez de rogado.
Aproveitando o vibrião e o presidente saiu-se com esta charge.
Uma charge que resume dois momentos históricos.
Pra lembrar, o vibrião collórico...
VIBRIÃO COLLÓRICO

criado por Roberto Vieira
11:48:27

GILMAR DEFENDE O PÊNALTI
Náutico e Flamengo se encontraram no dia 21 de março de 1992 nos Aflitos.
O Náutico alinhou com Mauri; Cafezinho, Barros, Freitas e Daniel; Jackcon, Fagundes e Lau; Nivaldo, Pirata e Ocimar(Augusto).
Alguém lembra de Cafezinho e Pirata?
O Flamengo formou com Gilmar; Fabinho, Gottardo, Rogério e Piá; Charles, Júnior e Uidemar; Paulo Nunes, Gaúcho e Zinho.
Gilmar e Zinho seriam campeões mundiais em 94.
Júnior era o grande Júnior.
11.291 pessoas pagaram ingressos para ver o jogo nos Aflitos.
E viram Nivaldo recuar até o meio de campo para bater um pênalti aos 38' do primeiro tempo.
E perder o pênalti.
E viram Lau chutar na trave aos 42'.
O Náutico que pressionou o jogo todo não soube vencer.
O Flamengo arrancou o empate e seguiu para ser o campeão brasileiro daquele ano.

criado por Roberto Vieira
11:34:49
Esta semana Arnaldo Jabour mencionou na CBN um documentário sobre o Rio de Janeiro.
Um documentário a cores produzido por James FitzPatrick em 1936 para a série Traveltalks da Metro-Goldwyn-Mayer.
Um documentário de fazer chorar, como diria o saudoso Luiz Bandeira.
O Rio aparece em toda a sua beleza. Uma beleza saudosa, ancestral.
Singela. Uma beleza inatingível para os olhos contemporâneos.
Olhando aquelas imagens nos sentimos ridículos. Parvos.
Pasmem! Como pudemos erradicar toda aquela beleza de nossas vidas?
O que somos nós? Masoquistas? Argentinos?
Os parques bem cuidados. O mar azul. As fontes de águas límpidas.
Parece óbvio, se não fosse obsoleto nos dias de hoje.
Miséria havia. Mas ainda havia jeito pra miséria. Havia espaço para a esperança.
O documentário não trata do futebol brasileiro. Futebol de Leônidas e Hércules, Fausto e Romeu.
Talvez porque o futebol fora das quatro linhas fosse muito parecido com o de hoje. Gemelar.
Tanto que o Rio teve dois campeões em 1936: Vasco e Fluminense.
O documentário também não mostra, mas um torcedor podia ir a campo despreocupado. Com a certeza que voltaria pra casa. Vivo. São e salvo.
Brigas existiam. Mas ficavam nos safanões.
Dizem que quem gosta de passado é museu.
Para os amigos museus, o nome do documentário é City of Splendours.
Pode ser encontrado no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=R23nuppQSRM

criado por Roberto Vieira
09:44:47