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Futebol e História.

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Terra Blog

Arquivo de: Janeiro 2008, 09

09.01.08

JOGOS HISTÓRICOS: NÁUTICO 4 X 2 ESPORTE, 1964

 

                

 

Bita enfrenta Tomires.

 

O Náutico atropela o Esporte por 4x2.

 

O Esporte que caminhava para ser tricampeão.

 

Não foi páreo para o Náutico que iniciava o caminho do Hexa.

JOGOS HISTÓRICOS: NÁUTICO 0 X 0 SANTA CRUZ, 1972

 

                 

 

Agora que chega a vez do Estadual, vamos recordar alguns jogos históricos entre os clubes pernambucanos.

 

1972. Arruda.

 

Santa Cruz, pentacampeão pernambucano.

 

Náutico, campeão do Torneio Eraldo Gueiros.

 

A estréia de ambos no nacional de 1972.

 

O ataque alvirrubro parou na Barreira de Corais.

 

0x0.

 

COMO TEM MARQUINHOS NO PARANÁ!

 

Ontem eu dei a notícia que o Marquinhos Paraná que havia deixado o Náutico ia para o Cruzeiro.

 

O amigo Timbu comentou que não era o mesmo Marquinhos Paraná.

 

Peço desculpas pela falha.

 

Mas esse Marquinhos lembra o Zé da música.

 

"Como tem Zé na Paraiba"


Composição: Catulo de Paula / Manezinho Araújo

Vixe com tem Zé
Zé de baixo Zé de Rita
Me Desconjuro com tanto Zé
Como tem Zé lá na Paraiba

Lá na feira é só Zé que faz frevura
Tem mais Zé do que coco catolé
Só de Zé tem uns cem na prefeitura
Outro cem no comercio tem de Zé
tanto de Zé desse jeito é um estrago
Eu só sei que tem Zé que dá com pé
Vai lembrar a gagueira de um gago gaguisse danou a de Zézé

Em eum forró que eu fui em Cajazeira o cacete contou e fez panzé
Pois um bebado no meio da bebedeira falou mal e xingou a mãe de um Zé
Como só tinha Zé nesse zum zum ouve logo tamanha arrapapé
Mãe de Zé era mãe de cada um no saão brigou tudo que era Zé

È Zé João Zé Pilão e Zé maleta
Zé Negão Zé da Cota zé Quelé
Todo Mundo só tem uma receita quando quer ter um filho só tem Zé
E com essa franqueza que eu uso eu repito e se zangue quem quiser tanto Zé desse jeito é um abuso mas o diabo que eu tambem me chamo Zé

DI STEFANO EM RECIFE, 1960

 

            

 

La Saeta Rubia.

 

O maior jogador do mundo até a chegada de Pelé.

 

Em 1960, Di Stefano ainda era o Rei.

 

Tetracampeão Europeu. Prestes a ganhar o quinto título.

 

A vencer o Mundial Interclubes contra o Peñarol.

 

A sagrada equipe do Real Madrid está de passagem por Recife.

 

E Di Stefano é recebido com festa pela imprensa.

 

Uma passagem perdida no tempo.

 

Esquecida na memória.

 

 

DI STEFANO EM RECIFE, PARTE 2

 

                 

 

- Aos 35 anos, o senhor pensa em parar?

 

- Não enquanto as minhas pernas me obedecerem.

 

- Sonha em ser treinador?

 

- Por enquanto não. Tenho meus olhos voltados para o futuro como jogador.

 

- O futebol argentino evoluiu desde sua época?

 

- Não. Tanto em valores individuais como em conjunto, o futebol argentino está em decadência.