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Você deve estar se indagando: O que existe em comum entre uma doença crônica ocular e uma doença infecciosa aguda produzida por vírus e transmitida pela picada de um mosquito?
A resposta é simples. Tudo.
Hoje pela manhã, meu primeiro paciente foi um senhor de 64 anos com queixa de olho vermelho. Também alegava discreta baixa visual em ambos os olhos.
Era o primeiro exame de sua vida.
E já apresentava uma perda de 80% da sua visão.
Durante seis décadas este homem não teve acesso a um simples exame oftalmológico preventivo. Uma fundoscopia. Uma medida da pressão ocular.
O glaucoma é conhecido há séculos. Durante muito tempo pouco restava a fazer após seu diagnóstico. Porém, o aparecimento de novos exames e medicamentos, modificou radicalmente o curso da sua história natural. Hoje, diagnosticado a tempo, na grande maioria dos casos permite uma qualidade de vida excelente aos seus portadores.
O Brasil já dispõe dos exames e dos medicamentos. Mas assiste o drama de dois milhões de brasileiros glaucomatosos indefesos, sem campanhas de prevenção adequadas.
A febre amarela foi batizada com este nome em 1750 por Hughes. Mais uma das tantas febres hemorrágicas que se disseminaram a bordo dos navios negreiros. Modificando a história, disseminando cadáveres.
Há 80 anos foi criada a primeira vacina no Instituto Pasteur em Dacar.
Há 100 anos Oswaldo Cruz e Emílio Ribas mediram forças com a epidemia que devastava o Rio de Janeiro e São Paulo.
Qualquer leigo sabe que o controle da Febre Amarela se faz com a vacinação, o combate aos vetores e a vigilância epidemiológica séria e permanente.
No entanto, o Brasil assiste ao espetáculo da Febre Amarela, da Dengue, da Cólera e da Rubéola sem campanhas de prevenção adequadas.
O Brasil não sabe nem quem vacinou, ou se vacinou.
Glaucoma e Febre Amarela são os dois lados de uma mesma moeda no Brasil.
Um país pobre que faz pose de rico. Preferindo gastar mais quando já é muito tarde, em vez de economizar na prevenção.
Talvez porque o preço quem pague sejam os cegos e os mortos.

criado por Roberto Vieira
15:49:23
23 de janeiro de 1968.
O Náutico viaja para Caracas onde fará seu segundo jogo na Libertadores.
Dois dias antes perdeu em casa para o Palmeiras: 3x1.
Leva um estreante: Roberto.
Bita está machucado.
Didica chega atrasado no aeroporto. Alega insônia.
Miruca e Lula são dúvida.
O técnico Duque costura a sua colcha de retalhos.
Trinta dias depois da final da Taça Brasil, o Timbu tem apenas uma certeza.
Como bom nordestino.
Vai levar charque, feijão e farinha na bagagem (FOTO).

criado por Roberto Vieira
10:49:31
Choveu muito no dia 22 e 23 de janeiro de 1968.
E a Rua da Concórdia ficou assim.
Um afluente do Capibaribe.
Talvez venha daí o apelido de Veneza Americana.
E não das pontes...

criado por Roberto Vieira
10:36:37
ZITO
21 de janeiro de 1968.
Estádio Pedro Vitor de Albuquerque.
O Central comandado por Zito enfrenta o Vitória de Detinho.
Detinho que se consagraria defendendo o Santa Cruz.
Detinho escolhido o melhor goleiro da história do tricolor do Arruda.
Pois o Central nem quis saber.
Com gols de Vadinho e Válter já no final da peleja, a patativa meteu 2x0 no rubro negro da Boa Terra.
Tudo sob a arbitragem tranquila de José Cavalcanti.
Mais conhecido por Cazuza.

criado por Roberto Vieira
10:29:04
NOTÍCIA DA NAUTICONET
Náutico descobre o paradeiro de Jhon e Reynaldo
Por: Redação NauticoNET
Publicado em 23.01.2008, às 03:31:55hs
Após toda a confusão gerada com o sumiço dos jovens atletas Jhon e Reynaldo, a diretoria Alvirrubra toma conhecimento do paradeiro dos jogadores. Os ateltas estão em Arapiraca/AL, cidade natal do empresário que os aliciou.
Ontem o Náutico recebeu a notícia de que o meia Reynaldo entrou com uma ação contra o clube, na Justiça. Reynaldo, que reclama nove meses de salário atrasado, pede a liberação de seus direitos federativos. Não deve demorar para Jhon também fazer o mesmo.
“Não há a menor preocupação. Estamos em dia, apenas esse último mês é que iremos pagar na próxima semana”, afirmou o diretor de futebol Alvirrubro Marcílio Sales.
Ambos os atletas tem contrato com o Timbu até dezembro 2010 e a multa rescisória para transferência para o Brasil é de R$ 1,5 milhões, para transferência para o exterior, o valor dobra, R$ 3 milhões.

criado por Roberto Vieira
10:14:13