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Futebol e História.

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Terra Blog

Arquivo de: Março 2008, 18

18.03.08

RANKING NACIONAL DOS ÁRBITROS

 

POR ROBERTO VIEIRA

A CBF decididu criar um ranking nacional de árbitros e auxiliares.

Segundo a entidade máxima do nosso futebol, o ranking servirá para a escalação dos juízes para os jogos.

Um torcedor mais animado imagina que agora a situação das arbitragens vai melhorar.

Enquanto um torcedor mais cético solicita uma informação:

Quais os critérios adotados?

O principal critério adotado, segundo a CBF, será a experiência!

Cada jogo apitado na Série A vale 1 ponto.

Cada atuação na Copa do Brasil vale 0,8 ponto.

Apitou na Série B? Leva 0,4 ponto.

Cada ano de experiência? 100 pontos!

Os erros não serão levados em conta. A CBF não deseja crucificar ninguém. Muito menos na Semana Santa.

Portanto, a CBF lava as mãos como Pilatos. Embora prometa o reino dos céus.

Se o ranking já estivesse valendo, o líder seria o notável Carlos Eugenio Simon.

Simon que vive na memória das torcidas do Atlético-MG, Brasiliense, Náutico, Sport e do Internacional.

Nada mais justo em se tratando de CBF.

Pois Simon continua sendo um digno sucessor de Armando Marques.

MOOCA E AFLITOS

 

                   

               JUVENTUS ORIGINAL (EXTRAÍDO DO  SITE DO CLUBE)

 

POR ROBERTO VIEIRA

 

Nesta quarta-feira, Juventus e Náutico irão jogar pela Copa do Brasil em São Paulo.

Todos imaginariam que o jogo seria disputado no Estádio da Rua Javari. Engano.

O jogo foi transferido para Santa Barbara d'Oeste. Ordens da televisão.

Bom para o Náutico que joga em campo neutro.

Mas, e o saudoso estádio da Mooca?

O Juventus é muito mais que um moleque travesso. Batismo do jornalista Thomas Mazzoni concedido após uma vitória de 2 x 1 sobre o Corinthians em 1930.

Suas cores e sua história se confundem com a história do futebol paulista.

Inicialmente batizado como Extra São Paulo, o Juventus original tinha as cores da bandeira do estado. Branco, vermelho e preto.

Anos depois, ao ser decidida sua participação na primeira divisão paulista, seu nome foi modificado para Clube Atlético Juventus.

Mas uma Juventus diferente da matriz italiana.

Porque o patrono Rodolfo Crespi era juventino até a alma. Mas seu filho torcia pela Fiorentina e conseguiu que a camisa fosse lilás.

Lilás que depois evoluiu para o grená. Grená ironicamente do Torino.

A televisão ignora a torcida do Juventus. Ignora a Mooca.

Da mesma maneira que iria ignorar os Aflitos se o bolso recomendasse.

Mas o futebol não é feito apenas de Morumbis e Maracanãs. Não é feito apenas de Fla-Flus.

Embora, muita gente ignore como se ama o futebol na Mooca e nos Aflitos.

O que importa é a grana. Paixão não enche barriga de ninguém.

Mas quando separa um clube da sua história, dos seus torcedores, das suas raízes.

A televisão comete um crime de lesa-majestade.

Um crime contra sua majestade, o futebol.

JUVENTUS X NÁUTICO

 

Eu sei que para o Náutico faz bem jogar em um campo neutro.

Mas vejam como é absurdo separar um time das suas raízes, da sua torcida. 

 

                     

 

DO BLOG ARMÁRIO MECÂNICO

     http://sergiospires.blogspot.com/

7 DE MARÇO 2008



Depois de golear o Cururipe de Alagoas por 5 a 1, o que deu o direito ao time da Mooca de enfrentar o poderoso Náutico de Recife, a imprensa pernambucana não fala outra coisa. O time da mooca nunca foi tão manchete nos jornais como foi em Recife. Agora resta garantir os ingressos para a peleja contra os pernambucanos, na apertada e aconchegante Rua Javari. Isso é se não houver uma invasão pernambucana em Sampa.

Na foto, a visão que a torcida na Javari tem quando o jogador vai bater escanteio.

PS: Logo após a mensagem no Blog, um comentário...

Sylvio Micelli disse...


Hey meu nobre... Estive no jogo contra o Coruripe. Foi fabuloso. Mas o jogo contra o Náutico não serã na Javari. Para passar na TV Pernambucana botaram o jogo para Sta. Bárbara D´Oeste. Um absurdo... Paciência!


CONTROLE DE QUALIDADE

 

De certa forma entendo o drama de Roberto Fernandes.

Olha pras laterais.

Cadê Sidny? E Júlio César?

No meio de campo.

Cadê Elicarlos?

Acosta era uma solução nas horas difíceis.

Daniel Paulista.

O controle de qualidade não aprovaria metade do time de agora.